21.8.08

Die besten Bilder der Spiele



Traduzindo: as melhores imagens dos jogos. Não deixe de ver. Fotos realmente espetaculares!

O anfíbio



Clique na foto para ampliar

Michael Phelps, o incrível, está em todas. Essa é a capa da Sports Illustrated do dia 25 de agosto, onde Phelps posou com suas 8 medalhas de ouro, batendo o recorde que até então era de Mark Spitz, com sete medalhas ouro nos Jogos Olímpicos de 1972 em Munique.

Diz-se por aí que Phelps está com duas pretendentes (duas modelos, se não me engano) e que os patrocinadores estão propondo contratos de até U$50 milhões. Um dos maiores dos EUA, abaixo apenas, de dois astros do golf americano.

A foto de Phelps, no entanto, é uma homenagem ao Spitz, reproduzindo uma foto feita em 1972.


19.8.08

Não deixem de ver...


...essa panorâmica feita no Ninho de Pássaro em Pequim. É simplesmente sensacional!


PS: reparem que o fotógrafo, que está olhando para a câmera atrás do fotógrafo que fez a panorâmica, está com uma camisa do Pan2007 no Rio.

:-)

Site do COB foi 'hackeado'



Hoje, terça feira, o site do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) foi invadido por hackers. Mas o pessoal do COB foi bem rápido e tirou o site do ar. Agora já está normalizado.

A manchete dizia o seguinte: "Brasil está um lixo nesses Olimpíadas". O Brasil está apenas com 6 medalhas até agora (1 de ouro e 5 de bronze) e o desempenho tem sido abaixo do esperado. O que eu particularmente acho é que com o Pan 2007 nós ficamos iludidos com os resultados e ficamos esperando o mesmo nas Olimpíadas. Mas não foi bem assim.

Nesse momento, o Brasil está em 39° no quadro de medalhas.

A imprensa em Pequim



Foto: Zach Honig

A sala de imprensa d
e Pequim tem Internet, computadores Apple Mac Pro, local para revelar filmes, biblioteca, biblioteca, restaurante, lojas, academia, cabeleireiro, massagistas e stands da Nikon, Canon e Kodak que oferecem aos fotógrafos das Olimpíadas reparos, consertos e limpeza no equipamento. Corpos das câmeras e lentes são emprestados enquanto eles fazem o serviço.

De Pequim, no Brasil


Tenho navegado bastante pela Internet colhendo fotos e fatos das Olimpíadas para publicar aqui no blog. São informações que eu, como espectador das Olimpíadas, gostaria de guardar. Como falei, estou colhendo, passeando e salvando notícias interessantes sobre os jogos em Pequim.

Vou começar hoje com alguns posts.

Responda rápido, ok?

Qual é a cor do seu fogão?




Qual é a cor da sua geladeira?




O que a vaca bebe?






(Na última resposta, você também pensou leite?!)

30.7.08

Tô como o Xexéo, não tenho nada a dizer. Melhor deixar assim, no silêncio, deixa quieto.

;-)

25.7.08

Marisa Monte e Novos Baianos - A menina dança



Gosto de algumas músicas dos Novos Baianos e essa versão com a Marisa Monte (que adoro) é muito boa.

19.7.08

Why so serious?



O Batman está de novo no cinema. O último filme foi "Batman Begins" de 2005, que eu adorei. Estava super animado para assistir a esse novo filme, mais pelo Coringa interpretado pelo ótimo ator Heath Ledger, que morreu em janeiro de 2008. Estava tão animado que quis ir na estréia.

"Batman - Cavalheiro das Trevas" ("Batman - The Dark Knight" no original), tem sido mais falado por causa do Coringa, leia-se Heath Ledger, do que pelo próprio Batman. Estão dizendo em Oscar Póstumo ao Ledger, e há possibilidades de ser ganho por ele, acredito eu.

O filme tem 152 minutos, um pouquinho mais do que duas horas e meia e cansa. Poderia ter tido "apenas" duas horas. Mas cada vez mais os filmes têm sido longos, com mais de duas horas. E não seria diferente com Batman, que tem tudo para ser um sucesso de bilheteria. Legder morreu depois de terem filmado todo o filme porém ainda não tinham terminado de editar, então depois da morte dele, a impressão que dá é que quiseram colocar todas as cenas com o Coringa, deixando o filme enorme.

Quando você acha que terminou e que, ufa!, o Batman salvou a todos, vem mais problemas, mais bombas, mais explosões e mais tiros. Cansa, é muita informação parecida, sem um verdadeiro propósito. Parece que é só para mostrar Ledger em ação.

Outra coisa que não gostei no filme é aquele lance que tem aparecido com mais freqüência nos cinemas: o super-herói em crise existencial. Nobody deserves! "Será que estou matando meu próprio povo?", "Será que estou ajudando ou prejudicando a cidade?", "Vou dizer quem sou, vou parar de me esconder".

Ah, isso é muito chato! Herói é herói, ponto final, acabou, vamos curtir o super herói e não sua crise, que (não) funciona para mostrar que os heróis também têm coração.

Eu adoro Heath Ledger, mas o papel do Coringa que é muito bom, não necessariamente o ator. Ledger deu um show, mas não é motivo para dar ciúmes a Jack Nicholson (que ainda reclamou por não ter sido chamado para dar vida novamente ao Joker). O personagem é um show de inteligência, habilitade e humor.

Bons atores têm papéis não tão grandes, como Michael Caine (um dos meus atores favoritos!) e Morgan Freeman. Chrsitian Bale, o Batman, também é um bom ator. Com algumas partes previsíveis e outras não, o filme consegue prender atenção do espectador desde que começa até as duas horas de filme. Depois o espectador perde a linha de raciocínio e vê apenas ação, ação e ação. Há quem goste, porém.

O fato é: o Coringa é mais atraente do que o próprio Batman. E só por isso vale o ingresso.

Bic lança celular descartável


Que tal o novo celular descartável fabricado pela Bic? Vai ser vendido na França por 49 euros, aproximadamente 80 reais. Por aqui não é muito jogo, já que na Casa & Video, por exemplo, compra-se um aparelho não descartável por esse preço.

http://comunicadores.info/wp-content/uploads/2008/07/bic_phone2.jpg

Mas a idéia parece ser interessante. Porém, com um celular descartável será necessário criar um método de reciclá-lo. É esperar para ver. Enquanto isso, já saíram as fotos do aparelho, que só deve ser lançado em agosto.

http://comunicadores.info/wp-content/uploads/2008/07/bic_phone1.jpg

Pra ativar o aparelho é só ligar para a operadora Orange. Já vem inclusos 60 minutos de créditos válidos por dois meses. O número do celular vale por doze meses. Se precisar de mais crédito é só recarregar usando um cartão pré-pago.

18.7.08

Papo de academia


Mais uma da academia, essa é de hoje, sexta. Estava na bicicleta qauando um senhor vem falar comigo:

-- Você não é filho daquele senador?
Mais importante do que eu dizer que não, não sou filho de nenhum senador, é saber quem é a criatura.

-- Quem?, respondo eu já imaginando de quem ele está falando.
-- Daquele com cabelo grande também.
-- Ah, não, não.
-- Você é bem parecido com ele - diz o senhor apontando pro cabelo.

Já sabia que ele estava falando do Welligton Salgado. Depois do dessa vou já pro cabelereiro!

17.7.08

Papo de academia


Conversa aqui do meu lado, na academia:

-- Esse cara reclama muito da aula!
-- É mesmo, hoje reclamou da música.
-- Olha, meu jeito não é assim. Eu não vou reclamar da música, vou assumir que não estou bem, porque sou bem resolvida comigo mesmo.

Corpinho de 20!


Estou aqui na academia (para meu delírio aqui tem computadores para o uso dos alunos!) e como nunca venho nesse horário (12h) e nunca quinta feira, encontrei na musculação a Yoná Magalhães.

A mulher é simplesmente formidável. Aos 73 anos ela tem um corpo e uma vitalidade de dar inveja a qualquer jovem de 20 anos.

Eu estava na esteira e ela estava fazendo musculação, então não fui falar com ela. No caminho para o vestiário a encontrei fiz uma coisa que não gosto de fazer, mas não resisti:

-- Oi Yoná, queria te dizer que eu com 18 anos gostaria de ter a sua vitalidade; parabéns, te admiro muito!
-- Ah, que bom, obrigada filho.

:-)

Desculpe o transtorno, estou em obras


Começou segunda e já encheu o saco. Imaginar o apê depois das melhorias é muito bom, mas o período de obras em si é muito ruim.

Primeiro, sem preconceitos pelo amor de Deus!, são pessoas que você não conhece na sua casa. Ainda bem que o pedreiro e a equipe dele que estão trabalhando aqui em casa são super de confiança e pessoas boas.

Segundo, tem poeira pela casa toda. É necessário cobrir tudo porque o pózinho branco se alastra pela casa.

Terceiro, todos os móveis fora do lugar, tudo bagunçado, parede quebrada, ferramentas largadas pela casa, vários pedaços de jornal no chão, enfim, só coisa chata.

A Nina fica estrassada e fica o tempo todo no quarto da minha mãe, embaixo da cama. Colocamos comida, bebida e areia lá no quarto porque ela não sai de lá enquanto os homens estiverem em casa. E como eles chegam às 9h e só saem às 17h...

Mas preciso ser justo, Carlinhos, o pedreiro, com a sua equipe, são pessoas ótimas. Eles chegam cedo e quando estamos dormindo eles não atrapalham, são organizados, limpam tudo, inteligentes, espertos para organização, mexem em tudo mas colocam tudo no lugar no final do dia, enfim, são bons profissionais. E de confiança.

Obra é sempre chato, o bom é pensar como o apê ficará depois de pronto. Mas no momento não há pensamento que me faça mudar de idéia: obra é uma chatice!

8.7.08

Por mérito próprio


Me lembro, com uns 10 ou 11 anos, aterrorizado com a idéia de ir para o exército. Perguntei para a vó Mel como quem não quer nada, quanto tempo a pessoa ficava lá. Ela disse que era de um ano para cima. Fiquei mais aterrorizado ainda. "Um ano no exército?!", e olha que naquela época eu ainda não tinha cabelo grande...

Os 18 anos chegaram como um tiro, foram questões de segundos e quando me dei conta eu estava no dia anterior ao dia de ir me apresentar no exército em Triagem, bairro do subúrbio do Rio. Estava apavorado, pedi para a ortopedista um atestado de que tenho problema na coluna e meu pé é extremamente plano, para levar caso precisasse. Minha mãe ligou para um amigo que é da Reserva para tentar me livrar.

Quando esse amigo viu a minha foto falou logo: "Diz para o Lucas que vão sacanear ele lá no exército por causa do cabelo, mas é para ele não responder, não 'desafiar' ninguém, ficar pianinho." Recado dado. Estava ciente disso, já saí de casa com a cabeça baixa e com a boca fechada (e ouvidos também).

É bem fácil chegar lá, de metrô leva-se 20 minutos. Não tem erro. Acordei 4h30, saí de casa 5h30, cheguei lá 6h. Tudo escuro, um frio danado e logo na entrada do quartel uma fila enorme. Entreguei o papel, me colocaram na fila e saíamos andando todos juntos para dentro do quartel.

O major, ou qualquer que seja o nome do posto na hierarquia militar (que não entendo nada), nos deu boas vindas, disse que seríamos tratados como cidadãos, seríamos respeitados e que em troca, pediam respeito também. Afirmou que aquilo é o sonho de muitos e o pesadelos de outros e entrou numa salinha.

Aí que começa a desgraça. Desde 6h30 até 8h30 todos ficamos embaixo de uma marquise enorme em pé sem poder nos encostar na parede nem sentar. Às 8h30 eles começaram a chamar as pessoas pelo nome. O meu, valeu Murphy!, foi um dos últimos a ser chamado, ou seja, só saí da marquise às 9h30. Três horas em pé, sem poder sentar ou apoiar; minha coluna já estava indo na lua.

Às 9h30 chamaram meu nome, fui para outra fila, fiquei mais 20 minutos esperando (em pé, claro). Depois fomos para os exames. A primeira coisa é um exame de vista rapidinho. Nesse hora um cara do exército gritou: "Coloca o cabeludo no PQD." PQD é paraquedismo. Gelei! "Caraca, ferrou, vou ter que servir! Não tem mais jeito, tchau fotografia, tchau faculdade, tchau blogs e Internet".

Passei pelo exame de vista crente que ia encontrar com um militar e ele ia dizer "bem vindo!" com meu papel na mão escrito PQD. Mas, ainda bem, a história foi diferente. Depois do exame de vista, entra-se numa cabine e fica-se de cueca. Um médico analisa, faz aquelas perguntas básicas "você já operou? alguma cirurgia? tem alguma doença tipo asma? quebrou alguma parte do corpo?" e depois dá o veredicto.

Quando eu estava tirando a roupa o médico apareceu e perguntou:

-- Você quer servir?
-- Não!, disse eu um pouco angustiado.
-- Ok, vou te liberar porque você está um pouco acima do peso.
Não acreditei. Será que foi só isso? Menos de 2 minutos? Ele continuou:
-- Pega seu papel e fica esperando o certificado lá fora.

E era isso mesmo. Não precisei fazer nada, falar de pé chato ou problema na coluna, saí por mérito próprio: meu peso!!! Acho que pela primeira vez na vida fiquei feliz por estar acima do peso! Na realidade isso foi uma justificativa para o excesso de contingente que, de fato, existe. Muitos que queriam servir (fiquei impressionado com isso, várias pessoas queriam servir pensando num futuro melhor - para si) acabaram não conseguindo servir e todos que não queriam não serviram.

Às 10h já estava liberado dos exames e fiquei esperando (de novo, em pé) até 11h pelo certificado de que fui liberado. Ninguém sacaneou, a maioria foi educada e prestativa. Não foi o sonho que o major disse, nem o pesadelo que eu imaginava, foi apenas a realidade que me pareceu tão surreal quanto... ser liberado do exército por estar acima do peso!

7.7.08

Pós FLIP



Fiz uma descoberta nessa FLIP: Cees Nooteboom, o autor holandês de 75 anos. Me desculpem os que já o conhecia, mas depois que assisti a mesa dele com Vallejo fiquei fã!

Fiquei fã da pessoa e (ainda) não do autor, pois não o li. Simpático, inteligente, com um humor afiadíssimo, sabe conversar, enfim, gente de verdade. Não sei explicar muito bem, mas ele é daqueles que quando a gente bate o olho percebe que poderia ser nosso amigo.

Me lembro no início da FLIP, quando, na sala de imprensa, os jornalistas estavam lendo juntos a programação do evento e passaram pela mesa do Cees e do Vallejo eles não deram importância ao Cees e destacaram apenas o Vallejo, sendo o Cees apenas um coadjuvante. E ainda brincaram, o chamando de Notebook.

Brincadeiras à parte, tenho certeza que Cees surpreendeu a todos. Depois do bate papo, uma jornalista do meu lado comentou: "Queria que o Nooteboom me adotasse!". Quem esperava um coadjuvante se deparou com um senhor protagonista. E o esporrento (não consigo achar outro adjetivo) Fernando Vallejo não passou, esse sim, de um mero coadjuvante.