5.7.08

Fotos da FLIP


Neil Gaiman, a sensação do evento, autografa livros para uma fila enorme. A maior até agora.



Esse é um dos bonecos que David Sedaris citou no seu bate papo.



A simpática trupe que está sempre na área.



Paraty é Paraty.



Momento Bahia em Paraty.

Fatos da FLIP


Um lugar legal aqui de Paraty é o novo Café Submarino, do site de vendas virtuais Submarino. Na entrada tem um espaço para leitura com sofás e estantes com livros para as pessoas lerem à vontade. Mais para dentro, tem uma bancada com quatro notebooks ligados ao wifi do café que podem ser usados por qualquer pessoa. E ao lado tem o café propriamente dito.


Além de ser um charme, o Café Submarino é muito bom para quem quer relaxar... ou trabalhar. Alguns jornalistas estão indo ao café para usar os notebooks porque a sala de imprensa está sempre muito cheia.


Aliás, a sala de imprensa esse ano está melhor do que a do ano passado, mas continua pequena para o número de jornalistas credenciados. Devem ter uns 20 computadores conectados ao wifi, que às vezes falha.

Hoje tinha gente usando o notebook (da própria pessoa) no chão de tão cheia que estava. Quando acaba uma palestra é uma corrida até a sala de imprensa para garantir seu direito à web.

Fatos da FLIP


Uma coisa que tem me chamado a atenção aqui em Paraty é que as ruas mais próximas ao mar estão com terra. Explico: a maré quando sobe leva terra para as ruas das famosas pedras e quando a maré desce a terra fica. E assim adiante, aumentando a quantidade de terra.

Então a terra está cobrindo as pedras. Não me lembro dessa terra na última vez que vim a Paraty (ano passado). Acho uma pena, pois as pedras fazem parte da identidade de Paraty.

4.7.08

Fatos da FLIP


O papo com David Sedaris, autor de
“De veludo cotelê e jeans”, e Matthew Shirts, editor da National Geographic, foi excelente!

Americano de 51 anos, David foi eleito pela Time Megazine o humorista do ano. Mas ele explica: “a edição da Time que publicou essa eleição saiu no dia 10 de setembro de 2001. No dia 13 de setembro de 2001, saiu outra edição da revista, por motivos óbvios. Então fui o humorista do ano por três dias.” Ele é muito conhecido nos EUA pois tem um programa na rádio que é transmitido para o país todo.


Dono de um humor afinado, David é homossexual assumido e não tem problemas quando o assunto é a homossexualidade. Segundo ele, 10% de se público é gay. Apesar de os americanos serem muito conservadores, ele vende bastante livro mesmo nos estados mais conservadores. O por quê? “Os conservadores não compram meus livros, ué!”


Matthew foi um mediador muito bom, com perguntas bastante inteligentes. Matthew perguntou sobre uma história em que David havia comprado um bumbum falso. David explicou: “Não tenho bunda e sempre quis ter, então coloquei na minha lista de presentes uma cueca que tinha enchimento, um bumbum falso. Um amigo me deu, fiquei muito feliz. Isso aumentou a minha autoconfiança. Eu adorava aquela ‘pêra’”.


(Matthew Shirts)

David já morou em muitos lugares fora dos EUA. Matthew perguntou qual era a visão de David, do lado de fora, da cultura americana. David foi claro: “Eu deixei os EUA porque não podia fumar lá. Então fui para França. Depois que me mudei para lá percebi o quanto americano eu sou. Por exemplo, adoro falar de dinheiro. Perguntar quanto custou a sua casa, quanto custa seu relógio, quanto você ganha. E na França não posso falar nada disso! Outra coisa, na França as pessoas fazem greve toda hora. É greve para tudo. Ué, se o motorista de ônibus não está satisfeito vá para uma universidade estudar medicina!” conclui ele.


“Com as viagens aprendi que sou puritano e nós americanos podemos nos reinventar.” Por seis meses, David morou em Londres. Ele conta sua impressão: “Nos EUA se meu vizinho tem um Rolls Royce, eu vou querer um também. Na Inglaterra, se meu vizinho tem um Rolls Royce eu vou querer matá-lo.” E disse que todos os jornais de Londres são muito chatos. Explicou ainda e por que é puritano: “Escrevo sobre como o mundo deveria ser.”


Depois de ficar enlouquecido na França, como ele mesmo disse, David foi para Tóquio. De novo a pergunta: por quê? “Porque em Tóquio não pode fumar na rua, mas pode fumar dentro dos lugares. Japonês é inteligente, permite que você entre nos lugares para fumar... e comprar! Isso é tão óbvio!” E sobre a França, ele complementa: “Dizem que os franceses são antipáticos. Mas você conheceu algum grego?!”


(David Sedaris)

Matthew o questionou por que ele foi para Tóquio: “Dizem que para parar de fumar o melhor de mudar o lugar onde você vive. Então fui para lá.” “Mas em Tóquio pode-se fumar”, replicou Matthew. “Eu sei, mas quando se para de fumar você engorda. Porém, como engordar comendo peixe cru?”


Alguém da platéia perguntou quais são as impressões que ele teve dos hábitos brasileiros. Ele respondeu: “Bom, cheguei ontem ao Brasil, mas a primeira coisa que percebi foi o caos que é a esteira de mala do aeroporto de Guarulhos em São Paulo. Um pandemônio! No entanto, não vi ninguém furando fila, todo mundo se respeitou. Se fosse na Itália todo mundo iria furar a fila. Outra coisa, esses bonecos aqui da praça de Paraty feito pelas crianças parecem criaturas com cirurgias plásticas mal feitas.”


David segue para o Rio depois da FLIP. As duas principais coisas que ele quer fazer: “comer aqueles espetos de carne que parecem espadas e quero ver os macacos.” Matthew concluiu: “Vocês podem dar dicas de espeto de carne na sessão de autógrafos, mas como editor da National Geographic, posso te ajudar com os macacos, David.”

Fotos da FLIP


As duas fotos abaixo são da mesa de Misha Glenny (primeira foto) com Guilherme Fiúza, mediado por Paulo Markun que aconteceu às 15h. E as outras duas de baixo são da maré que encheu agora em Paraty.




Fatos da FLIP


Pergunto a um policial se ele sabe onde fica o restaurante Margarida. Ele é direto:

-- Sei não, eu sou de outra área, tô aqui pra tirar um extra.

Então tá, né...

3.7.08

FLIP




O bate papo entre Cíntia Moscovich, Inês Pedrosa e Zoë Heller mediado por José Luis Peixoto terminou agora. Foi muito interessante. Apesar de eu achar as perguntas do mediador português José um tanto confusas e mal formuladas, as três meninas se saíram muito bem. A tradução simultânea falhou algumas vezes, para a infelicidade do público.

A Cíntia, que escreveu o livro “Por que Sou gorda, mamãe”, fez algumas citações bacanas. Segundo ela, ao buscar depoimentos para o livro, ela percebeu que a menina tem mais facilidade de ludibriar o pai do que a mãe. A relação entre mãe e filha é muito complicada.

Ela quis escrever um livro em que a filha falava sobre a mãe. E, no caso do seu livro, a menina ser gorda é uma materialização da dor dela. A obesidade é apenas uma metáfora.


Depois, perguntada sobre a questão da dor da filha, ela disse: “o drama existencial não é tão vasto quanto se pensa” e em seguida citou a frase: “o pior dos nossos problemas é que os outros não tem nada a ver com isso”. Por isso quis escrever o livro, que foi quase autobiográfico.


Inês, falou que a ação e a atitude dos homens e mulheres no mundo deveriam ser as mesmas e não deveriam causar estranheza, por exemplo, quando um homem chora ou cuida da casa.

Quando perguntada sobre o pensamento do autor na hora de escrever o livro, Inês disse que, as coisas que ela escreve não acontecem com ela necessariamente, mas ela acha interessante e por isso escreve. Ela pensa nela como leitora ao escrever, e não um em um outro leitor ‘anônimo’.


José se mostrou surpreso com um trecho do livro de Zoë, “Anotações de um escândalo”, em que, quando menina, a personagem principal do livro se masturbava tanto que a mãe prendia a calcinha ao corpo da menina com durex para que ela não se masturbasse em público. E em seguida, Zoe ficou feliz com a ignorância de José. Risada geral do público.


Quanto ao filme “Notas de um escândalo”, Zoe disse que era difícil reproduzir o livro em um filme, mas que com um dramaturgo excelente e atores incríveis (Judi Dench e Cate Blanchett, entre eles) o filme teve um resultado bem interessante. Ficou mais melodramático, porém funcionou bem como filme.

Da FLIP...


Cheguei em Paraty e já não dava mais tempo de pegar o bate papo entre Humberto Werneck e Xico Sá. Então estou dei uma volta peloi Centro Histórico e fiz algumas fotos.





A próxima mesa é às 19h: Sexo, mentiras e videotape, com Cíntia Moscovich, Inês Pedrosa, Zoë Heller. Zoë é autora do livro "Anotações sobre um escândalo", que deu origem ao ótimo filme "Notas sobre um escândalo", com Judi Dench e Cate Blachett. Essa eu quero assistir!

1.7.08

Notícias da FLIP









Para quem não for a FLIP e quiser acompanhar o que anda acontecendo por lá, além de poder vir aqui no blog (cobertura FLIP a partir de sexta) e no FLIP Recortes 2008 do Sergio Fonseca e Ane Aguirre, -- dois mestres em FLIP, poderá acessar o blog oficial da FLIP que teve como consultoria, a experiência de Marcelo Tas.

Ou seja, não há o que reclamar, certo? Serão três blogs online a maior parte do tempo com notícias fresquinhas da FLIP.

A FLIP criou também um canal no YouTube. Será oferecido ao público, pela primeira vez, um conteúdo em vídeos. Esse canal divulgará ON DEMAND trechos de Mesas da Tenda dos Autores e de programações da FLIPINHA (a FLIP com eventos infantis).

É, parece que esse ano eles vieram cheios de novidades...

30.6.08

Panorâmica de São Paulo. Valeu Ju!

:-)

Notícias da FLIP









A FLIP vai contar com uma novidade nessa edição: a transmissão ao vivo de todas as mesas da Festa Literária de Paraty. A transmissão vai ser por conta da Oi, patrocinadora do evento. A transmissão poderá ser conferida no site www.oi.com.br/flip. O site ainda não está no ar mas estará em breve.

A FLIP acontece de 2 a6 de julho, no Centro Histórico de Paraty e o site do evento é: www.flip.org.br

28.6.08

Três horas de Os Produtores



Me falaram que seriam 3 horas. Bate aquele desespero.

-- Mas... três horas???
-- É, mas te intervalo.
-- De quanto tempo? Uma hora?
-- 15 minutos.
-- Ui!

Pois é. Se imaginar sentado por 3 horas numa cadeira assistindo uma peça não é uma aventura que pareça ser muito legal.

Mas é mais desesperador em pensamento do que, de fato, na realidade. Ontem fui assistir ao musical Os Produtores, no Vivo Rio. O espetáculo é uma adaptação do famoso musical de Mel Brooks, The Producers que por anos ficou em cartaz na Broadway. A história, como a maioria sabe, é o encontro de um produtor falido que já teve fama e dias de glória na Broadway e de um contador tímido com um trabalho chato e sem graça. Os dois se juntam para dar um golpe e ganhar muito dinheiro. O contador, Leo Bloom (Vladimir Brichta) descobre que o fracasso pode dar mais dinheiro do que o sucesso.

Então, o contador e o produtor, Max Bialystock (Miguel Falabella), saem a procura do pior diretor de teatro, do pior elenco, etc, para dar tudo errado. E a partir daí segue a história.

Miguel Falabella está ótimo como o produtor malandro, safado, interesseiro, esperto e falido. O papel não poderia ser para outro ator. Está perfeito. O único senão é a quantidade de palavrões que ele fala. Alguns são ótimos, caem muito bem no momento. Mas outros são completamente desnecessários.

Vladimir Brichta também está muito bem no papel do contador com um emprego que não lhe trará futuro. Apesar dele ser tímido, nervoso, histérico, o personagem atrái muitas mulheres (e homens!). E Vladimir está ótimo como o bonitão tímido que tem pavor de mulheres.

Juliana Paes é uma atriz sueca que também é "secretáriabarraajudante". E ela faz papel de... Juliana Paes! Uma atriz que tem belas pernas, é uma falsa ingênua, tem belo corpo, é sedutora, esperta e sexy. Ela tem um sotaque "sueco" bem engraçado e Juliana também está ótima no papel.

O elenco, em geral, é muito bom e muito bem escolhido. Carmen, interpretado por Mauricio Xavier, é um gay afetadíssimo que é auxiliar do diretor, é muito engraçado. O escritor nazista Franz, interpretado por Edgar Bustamante também está ótimo. Sandro Christopher que interpreta o diretor Roger de Bries é hilariante do início ao fim.

A primeira parte, de uma hora e meia, passa rapidinho e é bem "enxugada". Os segundos 90 minutos poderiam ter sido transformados em 60 minutos. Mas na verdade não atrapalha a peça, só cansa um pouco o espectador no final.

Falabella dá um show a parte no final do espetáculo. Em uma cena em que está preso, sozinho em palco, ele faz uma retrospectiva da peça. Contando os fatos desde o inícios e citando alguns trechos dos tais fatos. Quando ele chega no intervalo a risada é geral. Ele finge estar na platéia e dá a voz uma conversa de duas senhoras que estariam sentadas na platéia assistindo o musical.
Com voz de velhinha, ele começa:

-- Ô Yolanda, será que essa peça ainda vai demorar muito?
-- Não sei.
-- Você não quer ir embora?
-- Será que a gente sai assim?
-- A van pra Friburgo está lá fora? Ah, essas vans são tão boas né Yolanda?
-- E ainda tem lanchinho!

E ele interpreta essas senhorinhas por uns 10 minutos e fala que as pessoas vão pernoitar no Vivo Rio, depois que acabar vai estar tão tarde que eles vão tirar as mesas pra colocarem uns colchonetes. E depois diz assim: "O Falabella está tão bem, né? Pelo menos pra idade dele..."
Essa "mini esquete" é hilária. A melhor parte da peça. Parece um pouco com o Caco Antibes do "Sai de Baixo".

Enfim, as músicas não lá grande coisa, mas o musical diverti bastante. São três horas, mas parecem duas. Passa rápido e você se diverti tanto que nem nota. É uma mega produção com números inacreditáveis: 10 diferentes cenários (aliás a mudança dos cenários é muito bem feita e os cenários são lindos), 350 figurinos (todos muito bonitos), 60 perucas, uma orquestra de 11 músicos (afinadíssimos!), equipe técnica e de produção de 80 pessoas e um elenco de 25 atores tendo à frente o próprio Miguel Falabella também como diretor do espetáculo.

Os Produtores vai só até amanhã, domingo dia 29/06, e quem puder ir vá. Mais informações no site do Vivo Rio. É diversão na certa. São três horas de risadas.

27.6.08

Amy sem barreiras



Como eu disse ali embaixo, eu sou fã da Amy Winehouse. E ela participou de um show hoje em Londres, no Hyde Park, em homenagem a Nelson Mandela.

Estava falando com a Heliana pelo Skype agora de noite quando ela apareceu na TV para encerrar o show, que foi transmitido pela BBC. Pedi pra ela me colocar de frente pra TV e aumentar o som, então consegui assistir a Amy cantando via Skype.

:-)

26.6.08

Para quem ainda não atualizou


Mozilla Firefox 3 em português. Está mais rápido do a que a versão anterior. Vale a pena fazer a atualização. E não custa lembrar que o Firefox importa todos os favoritos sem alterar nada com a atualização.

Lucas Mobile


Pela segunda vez, uma foto minha foi publicada no N95 Photo Awards. Dessa vez foram as melhores fotos do mês de abril e maio. Adivinhem qual das fotos é a minha. Não é difícil. :-)

A outra foto publicada foi essa que fiz de dentro do carro na Lagoa. Ganhou na categoria Best Moment em dezembro/2007.

O site é um barato, pois é um incentivo aos fotógrafos de celular e é uma galeria de fotografia com fotos lindas feitas só com o N95. Tem foto que é difícil acreditar que tenha sido feita com celular.

No Quito dos infernos!


(foto: Photocamera)

Um amigo disse que o torcedor que não assiste muito a jogos de futebol, quando assiste fica mais nervoso do que aquele torcedor fanático que acompanha sempre. Acho que ele tem razão. Eu não consigo ver jogos de futebol do Fluminense porque fico muito nervoso.

Quando cheguei em casa estava 1x1 o jogo do Flu contra o LDU (Liga Deportiva Universitária) ontem em Quito, no Equador. E foi só eu sentar para assistir o jogo que o LDU fez três gols quase seguidos. Uma desgraça! O Flu voltou do intervalo e fez o segundo gol, pelo menos diminuiu a vantagem. Semana que vem, dia 2 de julho quarta feira, vai ser a grande final aqui no Maracanã e a torcida está confiante que o Flu faça no mínimo dois gols de diferença para o jogo ir para prorrogação.

E a cada gol ouvia-se "mengo!", outra desgraça. Flamenguista está em todo canto. Parece que saem do ladrão, nascem dos ralos, brotam embaixo de camas e nos 4 gols da LDU ouvi o "mengo" de algum canto. LDU está mais para Liga Dos Urubus.

24.6.08


Tudo novo de novo


Pois. Depois de algum tempo abandonado, desprezado e largado na sarjeta, eis que o blog está de volta. E com um look novo.

Me deu vontade de mudar a roupa do blog porque agora é uma nova fase, eu cresci, minha cabeça mudou, meu gosto mudou e não estava gostando da outra roupa. Estava escura e "fechada" demais. Tentei fazer um template limpo, simples e rápido. Nada de guéri guéri.

Só não deu para salvar os comentários antigos, e o contador de visitas é novo, ou seja, começa hoje do zero. Mas me lembro bem do número do outro contador: 36 mil visitas.

Ralei um pouco, mas nada que quebrasse muito a cabeça e fiz tudo agora de noite. HTML é igual a andar de bicicleta, você nunca esquece. Só que andar de bicicleta é bem mais fácil...

19.6.08



Menina veneno


Deu no Globo Online:
“Médicos dão ultimato a Amy Winehouse: ou pára com as drogas ou vai morrer”.

Para quem não conhece, Amy Winehouse é uma cantora inglesa que foi um estouro ano passado no mundo todo. Ela canta soul, jazz, blues e rock e já foi premiada cinco vezes com Grammy Awards.

Infelizmente, Amy é quase mais conhecida por sua vida pessoal do que pela sua carreira na música. Envolvida com drogas há muito tempo, ela está sempre estampando tablóides ingleses e capas de jornais no mundo todo em um novo escândalo envolvendo drogas. Sua primeira música que estourou foi “Rehab”, em que ela se nega a ir para clínica de reabilitação.

Eu sou fã da Amy. Da Amy música. Não da Amy drogada. Nunca vi nada parecido e adoro as músicas dela, tanto as letras quanto as melodias são sempre ótimas. Depois que ela estourou com “Rehab” (que apesar de ser a música mais famosa, é a que eu menos gosto) resolvi ir atrás do trabalho dela e consegui baixar várias músicas do primeiro e do segundo CDs dela (“Frank” e “Back to black”, respectivamente).

Encontrei uma Amy desconhecida e mais livre, mais solta, mais simpática e mais feliz. Que não estava preocupada com vendas de disco nem com coisa nenhum, aliás, ela nunca esteve preocupada com nada. Gosto da Amy por ela não ligar para o lado comercial da coisa. Ela faz o que gosta e é feliz cantando. Não liga se isso lhe trará dinheiro ou não e muito menos se irá vender CD ou não. Enfim, as músicas de Amy, principalmente as mais antigas, não saem do meu iPod e estou sempre ouvindo.

Tenho acompanhado sua carreira, mas o que mais tem aparecido são suas confusões e constrangimentos como no Rock in Rio Lisboa em maio (Rock in Rio Lisboa é ótimo, mas tudo bem). Mas dessa vez a menina do cabelo exótico foi longe demais. Depois de desmaiar em casa, ela foi internada pelo pai e os médicos deram o ultimato. Me lembro de uma entrevista de alguns meses atrás em que Keith Richards deu um depoimento dizendo que Amy tinha um talento enorme mas que deveria parar de se drogar senão sua carreira iria por água abaixo. Falou a voz da experiência.

Fico muito triste com a notícia. Uma pessoa tão talentosa não precisava disso. Por mais que seja ruim ficar seis meses isolada, se Amy não tomar jeito dessa vez ela não terá uma segunda chance. Me lembrou Cássia Eller. Mas espero que Amy não tome o mesmo rumo da Cássia.

17.6.08

Aeroporto bombando!


Que Leblon que nada! Muito menos Ipanema. O lance é ficar no aeroporto. A quantidade de celebridade por aqui é enorme! Vi: Tony Belotto, Maitê Proença, Betty Lago, Thiago Rodrigues, Arnaldo Cesar Coelho, Tande (vôlei) em uma hora no Santos Dumond. É, parece que Leblon perde!

(escrevendo do celular na sala de embarque do Santos Dumond)

16.6.08

Lenny


A bateria acabou no meio, exatamente no meio do desfile da Lenny. Fiz a primeira parte, fiz as principais modelos desfilando, mas não consegui fazer tudo. Agora vim correndo para a sala de imprensa carregar uma bateria (na câmera uso duas baterias com um grip) para tentar fazer o desfile da Sandpiper, o mais esperado junto com a Lenny.

Bom, falando no desfile, foi muito elegante e sofisticado Como a própria Lenny. Mais uma vez o mar foi a inspiração e Lenny deu um show. Peças lindas, sofisticadas e únicas. A cara da Lenny.

Antes do desfile o pessoal do site da paulista (tenho certeza que é) Érika Palomino foi pro pit e estavam com duas pautas para fazer: arranjar um namorado para uma jornalista da equipe, já que hoje é dia dos namorados (parece que por aqui ninguém lembrou disso) e eles queriam saber o que os fotógrafos falam num desfile de biquíni.

A primeira pauta vai ser difícil “finalizar”. Num evento onde, acredito eu, 90% dos homens sejam gays (sem contar os homens que montam o evento - marceneiro, eletricista, etc), difícil vai ser achar homem hetero disponível. Dos 10% de heteros, 9% se concentra nos fotógrafos e cinegrafistas. São pouquíssimos os gays no pit. E muitos dos heteros do pit são casados e tem compromisso. Por isso a jornalista encalhada vai ter um árduo trabalho.

E a segunda pauta eles anotaram tudo que nós dissemos. Coisas do tipo “gostosa, esqueceram a roupa e o cabide está desfilando, a Virna parece um traveco e a Lenny também” foram anotadas por eles. Eles prometeram que não vão colocar nossos nomes na matéria. Só quero ver...

Mas voltando ao que interessa de fato; até agora, não deu para ninguém. Vamos ver o que a Sandpiper vai apresentar.

PS: nesse desfile fiquei no último degrau da escadinha!

Hackearam o Fashion Rio!


Meu povo, estamos em perigo! Há um hacker aqui no Fashion Rio. O FDP está usando a rede wifi que, segundo os técnicos do evento, está hackeada. Então a recomendação geral é: não usar o wifi no Fashion Rio.

Ele já conseguiu tirar do ar sites poderosos como o da paulista (tenho certeza que ela engana todo mundo dizendo que é carioca) Érika Palomino e da TV Gema, do José Camarano. Agora a pouco foi o nosso blog Rio Moda Hype na Oi, que ficou fora do ar mas já voltou.

Ele está aqui e está pegando a senha das pessoas que acessam o wifi para navegar. Todo mundo é suspeito. Ninguém entra e ninguém sai. Inclusive essa mulher na foto, uma jornalista russa. Muito suspeita... Humpft!

Kylsa Ribas


Não conhecia a grife Kylsa Ribas. Fui ao desfile porque a Olívia Byington recomendou, a Kylsa fez o figurino do show da Olívia. Então resolvemos ir ao desfile. Grata surpresa. Roupas leves, coloridas e bonitas. Um desfile simples e agradável. Os vestidos em camadas apareceram várias vezes. O tema, para variar, era água e a estilista conseguiu reproduzir muito bem o tema em roupas.

Kombi


A kombi da revista Rio Etc (www.rioetc.com.br), da qual faço parte da equipe, está no Fashion Rio. Ficará hoje e amanhã aberta para visitação. A kombi é na verdade uma redação ambulante. De lá, enviamos foto para o site. E estão distribuindo a revista para quem fizer uma foto com ela ou dentro dela.

Rio Moda Hype


Hoje peguei no pesado. Não fui ä aula (pausa dramática)... E cheguei na Marina äs 9h30. Faço parte da equipe que está cobrindo o Fashion Rio para o site Roda da Moda do Fernando Molinari (rodadamoda.com.br/). Fernando, junto com Robert Guimarães, é organizador, produtor, coordenador do Rio Moda Hype, o espaço de novos talentos no Fashion Rio. A Oi, então patrocinadora do evento, encomendou um blog ao Fernando, que faria a cobertura do desfile do Rio Moda Hype, que aconteceu hoje e acontecerá amanhã. O blog é: riomodahype.blog.oi.com.br/

Foi pedido, então, que nós da equipe chegássemos cedo para cobrir tudo do desfile. Chegamos junto com as modelos e fotografei tudo, desde elas chegando no backstage até elas entrando na passarela. E amanhã vai ser assim também.

Na foto, desfile da grife R.Groove (Rio Moda Hype).

Não me lembro muito bem o que era cada um, só lembro que todos eram deliciosos e eu comi vários de cada. O tema de hoje foi culinária francesa.
1° - foie gras.
2° - creme brulee.
3° - tortinha de limão.
4° - pão australiano com patê de fígado

Juliana Jabour


O desfile da Juliana Jabour pode ser resumido com essas palavras: roupas horríveis, desfile chato, música chata, luz ruim, salão lotado e pequeno, pitch abarrotado e Fernanda Lima sem graça desfilando (apesar de eu gostar dela).

Graça Ottoni


Graça Ottoni nunca foi uma grife grande, faz desfiles no salão Ipanema, o mais afastado e menor, mas eu sempre gostei das invenções dela. Agora, no desfile baseado no lema “Eu posso tudo”, ela fez mais uma vez um desfile belíssimo.

Não teve nenhuma novidade cênica, mas as roupas (que é o que realmente importa) estavam lindas. E a trilha sonora com “Age Of Aquarius” foi perfeita.

O desfile começou com vestidos (adoro vestidos longos, leves, soltos e sem alça que o verão proporciona) lindos pretos e brancos com estampas listradas e xadrez. Elegantíssimo!

Depois do preto e branco vieram as cores. Vermelho, rosa, verde (teve um verde lindo!). Estampas floridas e coloridas. O último look foi um vestidão belíssimo laranja e vinho (foto) com alça única. De acessório o que mais apareceu foram pulseiras grandes, grossas e coloridas.

Enfim, foi um desfile lindo, elegante e chique. Espero que a Graça Otoni tenha mais espaço e tenha seu talento seja mais valorizado. Ela – e nós – merecemos.

PS: nesse desfile até eu tive que ficar em cima de um banquinho!

Fashion Lenço


É, lenço está na moda. Ainda mais hoje, com um tempinho mais frio e nublado, as pessoas aproveitaram para cobrir os pescoços com os “fashion lenços”. E o mais visto é esse preto e branco das duas primeiras fotos.

Luiza Bonadiman


Luiza Bonadiman apresentou sua coleção com biquínis com tons descoloridos nas cores bege, lilás, amarelo e vermelho. Vou logo avisando, foi um desfile conceitual. Nada disso que foi apresentado deve ser usado fora das passarelas e em seres que pesem acima de 40kg.

As meninas magras (exceto Guisela Rhein – a minha favorita, Ana Beatriz Barros, quem tem um corpo em forma de... corpo! E não cabide) desfilaram com maiôs e biquínis que pareciam estar “descosturados”, com as pontas caindo.

Achei bem sem graça e acho que a imprensa já previa: o pitch estava um pouco vazio.

Gianecchini pela TNG


Agora sim!, aprendi a escrever Gianecchini! Bom, isso foi no desfile de ontem da TNG (também conhecida como TadinhaNinguémGosta).

***

Bethânia, uhu!, foi trilha sonora de dois desfiles ontem (Alessa e Mara Mac). Foi muito bacana. Desfile embalado por Bethânia é tudibom.

***

Fiquei de falar sobre a história da revista Key da paulista (pra mim é) Erika Palomino. Na capa da revista vinha a foto de um homem nu plantando bananeira de costas para a câmera, ou seja, não era nu frontal. A edição de N°10 teve sua capa censurada por causa dessa foto.
Viram como estou por dentro dos babados fashions?

***

Falando em nu, como eu disse ontem, o modelo Alex Schultz desfilou para a TNG. Alex foi alvo de uma grande polêmica há algumas semanas envolvendo as fotos feitas pelo escrachado Terry Richardson para o catálogo da grife Tom Ford. Dessa vez a foto mostra nu frontal. Alex contou que Tom Ford falou que ele seria um homem tão rico que não precisaria nem se vestir. Aquela velha história. Moda é moda...

***

Ontem foi o recorde: 2 horas de atraso! O desfile que seria 18h30 começou 20h30! É um absurdo, uma falta de respeito enorme.

***

Ai ai ai, está ameaçando chover. Não é bom quando chove porque a área de convivência é descoberta e o povo vai ter que ficar apertado. Agora estou indo lá pra Marina. Continuo atualizando de lá. Até mais e torçam para que não chova!

TNG


O mar foi mais uma vez o tema de uma grife que desfila aqui no Fashion Rio. Dessa vez foi a TNG, que contou com Reinaldo Gianecchini, Raica Oliveira e Mariana Weickert no seu time de modelos (ok, “modelos” sem contar com o Gianecchini). O estilista Tito Bessa brincou com bastante com o jeans e com xadrez. Parece que o xadrez está mesmo na moda. Algumas roupas pareciam, inclusive, pijama. Mas tudo bem, aquela mesma história de que moda é moda e não se discute.

Para os homens terno com jeans; sempre ele. Houve, inclusive, jeans rasgadíssimo. Raica e Gianecchini abriram o desfile vestidos de marinheiros. Cafona, mas é moda. E moda... é moda! O modelo Alex Schultz, que há algumas semanas causou polêmica com uma foto nu para o catálogo da Tom Ford, também desfilou. Falando em nu, a Erika Palomino teve a capa de sua revista, a Key, censurada por ter um homem nu na capa. Mas isso é história para depois.

Os modelos entraram em dupla. Ou seja, do lado direito entrava um modelo e do outro lado outro modelo. Nós fotógrafos ficamos perdidos e foi horrível. Como sempre, esse povo não pensou nem nos fotógrafos nem nos cinegrafistas.

Alguns, porém tímidos, chapéus apareceram no desfile. Ora na mão, ora na cabeça. Os sapatos masculinos eram bem coloridos e pareciam uma espécie de All Star. Teve amarelo, vermelho, preto, etc.

No final, para delírio geral da nação fashion, os modelos entraram todos de pijama e com travesseiros na mão. De repente começou uma guerra de travesseiros em plena passarela. Os travesseiros eram abertos e, sim!, ficou uma nuvem de pena de travesseiros na tenda do desfile.

Muitos não gostaram, pois foi realmente muita pena voando e muita gente está com alergia. A idéia foi bacana, mas não nessa quantidade. Não dava para ver nada a dois palmos de distância. Fotógrafos e cinegrafistas saíram correndo para as penas não chegarem äs câmeras. As fashions bestas da primeira fila, com a mão no rosto, saíram correndo. Foi um pequeno caos na passarela. No final das contas eles conseguiram o que almejavam: vão ser notícia em todos os jornais a partir de agora: não só pelas celebridades que desfilaram, mas também pela guerra de travesseiros.

Nesse exato momento metade da sala de imprensa está espirrando e a comida chegou. Deixa eu ir lá, hoje, acabou o dia. Amanhã tem mais. Isso aqui é que nem cachaça. Cachaça fashion, lógico.

Salinas


Traduzir o imaginário em estampas, cores e formas. Foi essa a proposta da estilista Jacqueline Di Biase da Salinas. Confesso que não entendi muito bem a proposta. Imaginário? Mas... imaginário?! As opções são tão vastas quanto... o imaginário!

Mas enfim, deixando de lado a viagem da estilista, o desfile foi bonito, mas nada demais. Teve uma grande participação da imprensa, parece que a Salinas tem certo nome no mercado... Fato que eu desconhecia.

Até agora foi o desfile que mais reuniu modelos mais famosas com Isabelli Fontana, Guisela Rhein (foto), Alessandra Ambrosio, Marcelle Bittar entre outras. Mas não cheirou nem fedeu. Nhá...

Alessa


A Alessa fez sua coleção baseada no astronauta. “Desconstruiu” o astronauta e dele saíram cores e formas. Cetim foi o tecido que mais apareceu. O desfile foi curto e muito colorido.

Alessa, como sempre, deu seu show particular no final do desfile, pulando e agradecendo ä platéia balançando seu cabelão.

Mara Mac


Mara Mac desfilou sua coleção primavera/verão com a produção de Bia Lessa. Para variar, Bia deu um show. E Mara Mac também.

A coleção foi baseada no fundo do mar. O desfile foi dividido em set. Teve um set mais roxo (foto), um set mais bege e outro totalmente colorido. Foi um show! Iluminação, cores, músicas de Bethânia na trilha sonora, tudo muito bom.

No final as modelos foram para a passarela com um mini aquário na mão. Depois coloco a foto. Viu-se muito vestido balonê, não tão curto, alguns longos, muitos sem manga.

Do fundo do mar ao topo da passarela. Foi lindo!

Afinal, é Fashion Rio


Foi furtado ontem o equipamento do fotógrafo do lounge da Glória Kalil, Fernando Azevedo. O equipamento foi avaliado em R$ 20 mil reais (Canon 5D, um flash e uma lente). A consultora de moda e apresentadora do quadro do Fantástico "Andando na linha" terminou o dia na delegacia, acompanhando a sua equipe e o fotógrafo a dar queixa do furto. É a primeira vez que um furto desse tipo acontece no Fashion Rio.
Bem-vinda à moda fluminense, Glória. Afinal, é Fashion Rio.

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Reynaldo Gianecchini está confirmado para o desile da TNG que acontece hoje, encerrando a terceira noite de desfiles.

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Por que tanto atraso?! O primeiro desfile começa com atraso de 30 minutos e assim vai aumentando confirme os desfiles vão acontecendo. No final, o último que é marcado às 21h30 não começa antes de 22h30. Já virou rotina, infelizmente.

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Modelo é magérrima é ponto final. Ninguém quer mais falar desse assunto na Marina da Glória.

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Por que esse povo da moda tem que ter sempre esse 'ar blasé'? E alguns são antipáticos que só vendo...

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Moda é moda. Não pode rir do figurino dos outros. É feio. Cada um com seu cada um.

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A comida do lounge da Oi é um escândalo. Tem uma temática: nacionalidades. A cada dia terá uma nova nacionalidade. Ontem foi comida americana, com mini hamburgers, mini pizzas, carrocho quente, milkshake, marshmallow no chocolate e o melhor de todos: o brigadeiro caramelado. Huuummm!

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E as bolsas? São um problema! Todos dos lounges dão brindes para os jornalistas e a maioria deles dá uma bolsa cheia de tralhas inúteis dentro (de caixinha para desodorante a cachaça Montanhesa) que a gente sempre guarda. Mas continuando, as bolsas são sempre grandes e ficar carregando é um saco. Aposto que daqui a pouco vão inventar um "personal carregator". Depois que inventaram o "guarda lugar" não duvido de mais nada...

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Todo mundo está falando: do Pink Fleet . É o iate do Eike Batista. Disseram que Zuenir Ventura estava lá ao invés de ir prestigiar o desfile da Totem, em homenagem ao tão falando ano de 1968. Aliás, alguém ainda agüenta ouvir sobre 1968?

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Chegou ontem no Fashion Rio a Erika Palomino. É um dos nomes mais famosos da moda brasileira. Apesar de ser carioca, tem cara de paulista. Legítima (menos o cabelo loiro oxigenado). Como um jornalista definiu: "Erika é a Bárbara Heliodora do fashionismo pátrio, só que escrevendo pior."

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E não, os "Containeres" não são banheiros.

Walter Rodrigues


Muito preto, vestidos justos no corpo. Um desfile muito elegante e bonito, com direito a champanhe para os convidados no final.

Totem


Coleção baseada na Tropicália e Bia Lessa produzindo o desfile é certeza de bom desfile. O cenário criado pela Bia foi -- como sempre -- muito criativo, com 4 meninas espalhadas pela passarela segurando um quadrado que de um lado tinha uma frase escrita sobre a época da Tropicália e do outro lado tinha um espelho. Foi uma jogada muito legal.
O Fred D'Orey usou e abusou das cores e fez um desfile lindo.

Virzi


Estava elegante e simples. Achei mais bonita do que a coleção anterior.
Thais Losso abriu o segundo dia de Fashion Rio na Marina da Glória. A coleção foi baseada no México e brincou com o seriado Betty a Feia (Ugly Betty). Vestidos curtinhos, xadrez, flores, bordados apareceram aos montes.

Viram como eu estou entendendo um pouquinho de moda?

4.6.08

"Cabelo Raspadinho, estilo Ronaldinho, cabelo pintado cor neon"


Sem mais o que fazer, fui passear pelo Orkut. Achei uma comunidade que eu faço parte há um tempão, "Trocando de biquíni sem parar". É uma comunidade para quem já ouviu algum mico musical ou cometeu (e comete) algum mico musical como esse do título da comunidade, que se refere a música cantada pelo Cláudio Zoli: Noite de Prazer, onde o certo seria: " Tocando B.B.King sem parar".

Eu não entrava na comunidade há séculos e me diverti à beça com o tópico "Qual foi seu mico musical??", que já chegou a 5.523 posts. Há cada coisa mais engraçada -- e inusitada -- do que a outra. Como o título do post, que está como a maioria canta da música do Chiclete com Banana. O certo é: "cabelo raspadinho, estilo Ronaldinho, cabelo pintado ou V-O". (V-O é como o corte asa-delta é chamado no Sul). Aí me lembrei de alguns dos meus micos musicais...

Do Chico Buarque:
"Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode as seis horas da manhã"

Eu cantava:
"Todo dia ela faz tudo sempre igual
E acorda as seis horas da manhã"


Relicário, do Nando Reis, começa assim:
"É uma índia com colar"

Eu cantava:
"É uma brisa sobre o mar"


Do Alceu Valença:
"Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
E a moça no meio da tarde
De um domingo azul
Azul, era Belle de Jour"

Eu cantava:
"Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
E a moça no meio da tarde
De um domingo azul
Azul, era a pele de Jú"


Dos Paralamas, Alagados:
"Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar"

Eu cantava:
"Alagados, Cristal, Favela da Maré
A esperança não vem do mar"


Têm vários outros micos, mas esses são os que me lembro agora. Vale a pena visitar a comunidade e dar boas risadas.

:-)

30.4.08

Resgate no Leblon




Ontem participei de um salvamento. Aproximadamente 22h no Leblon, na Bartolomeu Mitre, eu estava no ponto de ônibus quase na frente do restaurante Giuseppe Grill e vi dois homens tentando mexer no ralo rente ao meio fio. Fiquei curioso, claro, e perguntei pra um deles o que estava acontecendo. Ele era manobrista do restaurante e disse que uma menina tinha deixado cair um celular no ralo. Ela tinha ido embora e disse que hoje passaria lá para buscar (se eles conseguissem resgatar o celular afogado no esgoto).

A tampa do ralo estava presa e eles não estavam conseguindo retirá-la. O outro cara que estava ajudando, abriu um bueiro na calçada e com a tampa do bueiro, deu algumas pauladas na tampa do ralo. E com isso, ele conseguiu abrir o ralo.

O Nokia N95 tem um flash bem forte e como estava escuro, eu fiquei acendendo o flash do celular para iluminar o bueiro. Um nojo! No meio da crosta de uns 4 dedos de esgoto bem denso e fedorento estava o afogado. Eles pegaram uma luva e resgataram o coitado do celular, completamente nojento.

Deixaram na porta do restaurante para a menina ir buscar hoje. Espero que a esse momento ele já esteja em casa. São e salvo (por nós, heróis tecnológicos!). Que pelo menos a alma dele, digo o chip, tenha se salvado.

Adorei!


24.4.08

Problema técnico


Mas que saco o Blogger! As fotos que eu estou enviando para o Flickr do celular não estão vindo para o blog. Aliás, estão vindo mas ficam como rascunho e não são publicadas. Ficam presas nas postagens do blog. Pra colocar as fotos no blog preciso liberar uma por uma, o que vai dar um trabalhão! Vou tentar desativar esse modo de rascunho que foi ativado automaticamente. Tsk...

Ai ai, me deu uma saudade de escrever no blog... :-)

29.2.08

Lá vamos nós!


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Olivia Hime


Cantando "Palavras de Guerra". Show somente com músicas de Ruy Guerra.

TIGRANA
Ruy Guerra

A morte
Tigre paciente
Me mastiga todos os
Segundos
Os dentes mansos
E os olhos cegos de
Infinito
Nas narinas calmas
Um vago perfume de
Gazela
Parada no salto do
Poente

Upload feito

12.2.08

Em Nome de Sua Majestade, Ivan Sant'Anna


Surpreendente do início ao fim, é uma inteligente e completa pesquisa do Ivan Sant'Anna sobre a morte do mineiro Jean Charles de Menezes em julho de 2005 no metrô de Londres. O livro é excelente!

9.2.08

É linda!


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A base do alto


Geralmente, os fotógrafos são destinados a ficar na torre e fazer tudo da torre. Ou seja, o fotógrafo só fotografa de cima, enquanto o resto da equipe está na pista. É uma maneira organizada de cobrir todos os ângulos. Pois os fotógrafos que só ficam na torre montam uma verdadeira base lá em cima. Com mais de um notebook, eles vêm a foto na hora que é tirada (ligando a câmera num cabo USB no notebook) e mandam pra redação dali mesmo. Os que não tem notebook colocam o cartão de memória numa bolsinha, amarram numa cordinha e jogam lá pra baixo onde um fotógrafo da pista pega e leva pra sala de imprensa.